Dar vida aos anos, não anos à vida

Na consciência coletiva ocidental predomina a ideia de que o mundo em que vivemos é muito rápido, não espera por ninguém e, se não formos capazes de o acompanhar, seremos esquecidos e deixados para trás. Temos de ser mais, de fazer mais. Contudo o dia continua a ter as mesmas 24 horas. Por vezes damos por nós a correr de um destino para outro, frenéticos e desnorteados de ansiedade, numa tentativa impaciente de alcançar, perdendo no caminho chaves, bilhetes, oportunidades e até nós próprios.

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Todos nós somos confrontados com exigências e pressões sociais, laborais e familiares. Um certo grau de oposição e contrariedade representa não só uma parte natural da vida, como também condição necessária para nos mantermos saudáveis e alerta. A inexistência de exigências e adversidades dificulta o desenvolvimento das nossas capacidades, resistência e poder de adaptação.

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O que devemos então fazer para melhorar a nossa qualidade de vida?

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O aumento da qualidade de vida está irremediavelmente ligado à tomada de consciência de que é importante, e urgente, dar mais atenção a nós próprios, de modo a poder recordar as questões importantes da nossa vida e certificar-nos de que estas são colocadas em primeiro lugar. Parar para cuidar do corpo e da mente ajuda-nos a recordar quem somos, para onde vamos e onde desejamos chegar.

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Natalia Jidovanu

Licenciada em Psicologia

Pós-Graduada em Psicologia da Justiça

Desenvolve actividade:

Associação de Reabilitação e Integração da Ajuda (IPSS)

Meninos do Mundo (ONGD)

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